A soberba e o desvio de caráter de Andrey Andrade, um dos candidatos do concurso para o Curso de Formação de Oficiais (CFO) da PMDF envolvido no escândalo de deboche contra policiais veteranos, não são de hoje e não se limitam à tropa. Print de grupo de mensagens revela que o sujeito também destilou preconceito escancarado e capacitismo contra Pessoas com Deficiência (PcD) que participam do certame.
Na conversa, ao ser debatida uma possível suspensão do concurso porque candidatos PcD alegariam que não viram o link de envio de documentos, Andrey Andrade disparou com total escárnio e deboche: “ninguém mandou ser cego kkkkk”. O sujeito não tem o menor respeito pelo esforço alheio e faz piada preconceituosa com a limitação de terceiros, rindo da exclusão de candidatos que lutam por um espaço de direito.
O ataque covarde contra PCDs configura capacitismo — discriminação que é crime previsto no Artigo 88 da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). A conduta criminosa e preconceituosa mostra que a falta de caráter desse elemento é um padrão. Quem discrimina pessoas com deficiência e ridiculariza policiais fardados não tem a menor condição moral de vestir a farda da PMDF.









