O nome do filho de um dos ministros do STJ volta ao centro das atenções públicas. Depois de ganhar repercussão nacional ao ostentar, em Amsterdã, um relógio avaliado em R$ 1,3 milhão e roupas de grife, o rebento agora é investigado por suspeita de estelionato na venda de um celular.

De acordo com registros oficiais e comprovantes bancários, a possível vítima realizou, em 17 de fevereiro de 2026, um Pix de R$ 5 mil para a conta pessoal do investigado, sob a promessa de entrega de um iPhone. Após a confirmação do pagamento, porém, o aparelho não foi entregue e o valor não teria sido devolvido.

Em mensagens obtidas pelo A Voz dos Praças, o investigado teria apresentado uma série de justificativas evasivas para explicar a demora, que vão desde um suposto “esquema no Mercado Livre com um amigo” até alegadas “ameaças sofridas”. Nas conversas, o investigado também menciona sua empresa de Promoção de Eventos.
O homem que ganhou notoriedade vestindo Prada e Dior em capitais europeias agora aparece em uma ocorrência policial por suspeita de ter recebido R$ 5 mil de um cidadão comum no DF sem entregar o produto negociado.

Não há, nos elementos apurados pela reportagem, qualquer indício de participação ou conhecimento do magistrado nos fatos narrados.
O Outro Lado
A Voz dos Praças oficializou um pedido de esclarecimentos ao Gabinete do Ministro e ao filho, contudo, até o fechamento desta edição, não obteve retorno. O espaço permanece aberto para manifestações futuras.









