Um episódio envolvendo José Roberto Arruda passou a ser investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal após o registro de uma ocorrência relatando que um homem portando arma de fogo perseguiu o ex-governador em Brasília.
De acordo com a ocorrência, Arruda foi seguido por um Renault Clio preto ao longo de diferentes pontos da capital federal até que, ao parar em um semáforo, o motorista do veículo exibiu uma arma de fogo em sua direção.
O caso, que ocorreu no dia 30 de abril, ganha uma dimensão ainda mais grave por ocorrer em um cenário pré-eleitoral de extrema tensão e disputas ferozes nos bastidores.
Diante da falta de votos, da ausência de propostas sólidas e sufocados por escândalos que abalam o Distrito Federal — como o caso BRB Master, que se aproxima de R$ 48 bilhões, e o rombo orçamentário que já alcança R$ 6 bilhões — surge um questionamento inevitável: adversários do ex-governador desistiram de apenas retirá-lo das urnas para passar a ameaçá-lo fisicamente, buscando provocar sua desistência da disputa política?









